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Casa Yes disponililiza Guia para a Permuta de Imóveis

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O site Casa Yes (http://www.casayes.pt/) disponibiliza um guia para a Permuta de Imóveis.

Leitura indispensável para quem pensa em permutar.

Aqui fica o link: http://www.casayes.pt/Portals/0/ContentFiles/Guia%20Permuta%20Imoveis.pdf

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BRASIL: EMPRESAS: Permutas na pós-crise mantêm fluxo de caixa

A crise econômica, se é que acabou no Brasil, deixou uma lição importante para as empresas: não se pode descuidar do fluxo de caixa. Assim, mesmo com a retomada do crescimento, a permuta de produtos – que não exige pagamento em dinheiro – ainda é uma boa alternativa para as empresas que querem manter a cautela e preservar seu fluxo de caixa.

Com a possibilidade de economizar até 15% do orçamento anual, empresas que já aderiram ao sistema de permutas multilaterais descobriram que o modelo é vantajoso não só em tempos de crise.

A Permute, empresa com seis anos no mercado, é especialista na intermediação de trocas multilaterais. Nesses doze meses de crise a empresa cresceu mais de 30% em volume de negócios e em novos clientes e espera crescer mais 10% até o final do ano.

Segundo Nádia Nunes, diretora da Permute, a insegurança do mercado ainda é grande:

“Com essa onda de insegurança a permuta se torna ainda mais atraente. Quanto mais serviços e produtos uma empresa puder trocar e, com isso, preservar seu fluxo de caixa, mais saudáveis serão suas finanças”, afirma Nádia.

Uma das empresas que tem se beneficiado com o sistema de permutas é o hotel Howard Johnson, localizado em São Paulo, que usa o sistema desde 2005. Entre as principais transações já realizadas estão: a troca dos colchões das camas de todos os quartos, criação de uma sala de televisão e a montagem de um jardim na entrada e cobertura do prédio.

Diversos empresários estão aderindo ao sistema de permutas multilaterais de produtos e serviços por perceberem as vantagens da operação. Atualmente, a Permute tem cerca de 600 empresas afiliadas ao sistema e 28 milhões de unidades de permuta (UPs) – créditos recebidos em troca de serviços e produtos -, equivalentes a R$ 28 milhões movimentados. Além de proporcionar economia, a troca possibilita a ampliação de suas redes de relacionamento, gerando novas oportunidades de negócios.

Permuta no mundo – As permutas são muito conhecidas em alguns países. Um exemplo é a Argentina, que durante a crise econômica da década de 1990 investiu no desenvolvimento desse mercado. Atualmente, existem dezenas de empresas gerenciadoras de permutas no país vizinho. Outro exemplo são os Estados Unidos, maior mercado de trocas do mundo. Por ano, mais de 350 milhões de negócios são realizados.

Perfil Permute – Intercâmbio sem o uso de dinheiro propriamente dito. Esse é o ambiente de negócios criado pela Permute, empresa brasileira, associada da chilena Barterhouse.

O sistema, diferentemente da tradicional permuta bilateral, é um intercâmbio organizado e dinâmico. Possibilita a conversão de produtos e serviços, em novas e rentáveis oportunidades de negócios.

As vendas são baseadas em Unidades de Permuta (UPs) – cada UP corresponde a um real -, ou seja, créditos recebidos em troca de produtos ou serviços. Os créditos acumulados são usados para substituir despesas da empresa e reter mais dinheiro em caixa. Dessa forma, a empresa gera economia nos custos variáveis, aumentando as margens operacionais e o lucro líquido.

Benefícios – O sistema de intercâmbio Permute proporciona vantagens financeiras e comerciais. Um dos principais benefícios é vender com risco zero de inadimplência, porque, por intermédio do sistema, as transações são 100% garantidas.

Realizar compras sem desembolsar dinheiro, preservando o fluxo de caixa; oferecer produtos e serviços para um novo mercado, onde todos têm objetivos semelhantes; aumentar a participação da empresa no mercado; fidelizar clientes; e, utilizar a capacidade ociosa a seu valor real para substituir gastos, são outros benefícios.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=91927

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BRASIL: Construtora recorre a permuta para comprar mais terrenos

SÃO PAULO – Cada empresa traça o seu plano de compra de terrenos conforme o seu expertise, mas executivos do setor da construção concordam com uma tese: a compra de terrenos por meio de permuta, em geral, garante uma melhor taxa interna de retorno. “Se eu for pagar em cash [espécie] pelos terrenos, eu terei de desembolsar. Agora, se eu trabalho com permuta, eu tenho um alívio em caixa”, explica o diretor de Relações com Investidores da Rodobens Negócios Imobiliários, Luciano Guagliardi. Para o diretor de Novos Negócios da Helbor, Denervaldo Setin, o problema em investir recursos na compra de terrenos pode levar a “uma descapitalização da empresa”.

O fato é que durante a chuva de abertura de capital das empresas do setor da construção, houve uma corrida pelos melhores terrenos e quem tinha o dinheiro tinha preferência. “Hoje, 99% do nosso banco de terrenos foi adquirido com dinheiro. Na época da nossa entrada no mercado de capitais, corremos atrás dos terrenos com maior qualidade e pagar em dinheiro nos beneficiava na hora da negociação”, lembra o gerente de relação com investidores da Tecnisa, Neil Amereno. O banco da empresa tem um valor geral de vendas (VGV) de R$ 3,6 bilhões. Juntando com a parte dos parceiros, o total é de R$ 5,1 bilhões. Como o período é outro e as empresas estudam novas aquisições para manter sua carteira de terrenos, Amereno diz que a estratégia atual da empresa é partir para a permuta e preencher entre 50% e 60% do seu banco com esse tipo de compra.

“Antes, se eu mantinha o dinheiro em caixa eu teria muita perda com impostos. Agora partimos para uma ação mais conservadora e vamos poupar um pouco e manter o caixa”, afirma Amereno.

A Helbor também mantém boa parte de sua carteira de terrenos em permuta. A empresa fechou o primeiro semestre com um banco de R$ 1,5 bilhões em VGV. Desse volume, os terrenos adquiridos por meio de permuta representam 48%. Essa estratégia, segundo Setin, será mantida até o final do ano. “Mas o objetivo da empresa é de manutenção e, posteriormente, crescimento do número de terrenos em permutas”, diz Setin.

Ele informa que quanto mais uma empresa destinar os seus recursos financeiros para a compra de terrenos, menos sobrará para injetar na hora de empreender. “E o resultado disso é a descapitalização da empresa.” Mas, como o próprio banco de terrenos da Helbor tem boa parte de terrenos próprios, existem exceções. Tanto para Setin quanto para Guagliardi, quando a oportunidade é grande, até mesmo quando a locação está em área de grande demanda, vale injetar dinheiro em sua aquisição.

Guagliardi não revela a quantia exata de terrenos permutados da Rodobens, mas afirma que, aproximadamente, dois terços do banco “vieram de permuta pura”. “Nós seguimos a estratégia decomprar por permuta. Mas também praticamos a compra híbrida, que é o pagamento parte em dinheiro e parte em unidades ao dono do terreno”, destaca. No segundo trimestre, a Rodobens contava com um banco de terrenos de R$ 5,2 bilhões em VGV, cujo potencial é de 72 mil unidades.

Amereno destaca que a Tecnisa não descartou as oportunidades, e também comprará terrenos com dinheiro e de forma híbrida. “O importante é aproveitar as oportunidades”, diz.

Segundo Setin, “Não existe, juridicamente, a permuta financeira”, que o comprador paga um percentual do VGV do empreendimento ao vendedor. Ou seja, as permutas são feitas em apenas em troca das unidades construídas. “Existem aqueles vendedores patrimonialistas, que seguram os bens imóveis com eles, e os financeiros, que vendem a sua parte junto com a empresa”, explica sobre as negociações da Helbor. Quando o dono do terreno se dispõe a vender a sua parte junto com a incorporadora, ele aproveita o lançamento do empreendimento, as campanhas de marketing feitas pela Helbor, e “dessa maneira todos saem ganhando”, explica Setin

Negócios próprios

Na contramão, a Eztec sempre compra em espécie os seus terrenos, mas não descarta oportunidades em permuta. Sua carteira é composta por R$ 3,2 bilhões em VGV, tendo em vista que 96,7% do banco já foram pagos com custo médio de 8,4% do VGV.

Segundo o diretor financeiro e de relação com investidores, Antonio Emílio Fugazza, essa ação é possível devido a atuação da empresa em todo o processo do empreendimento. “Nós que compramos os terrenos, construímos, vendemos e financiamos. Isso nos dá margem para comprar os melhores terrenos em espécie”, diz.

Fonte: http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=9&id_noticia=301199

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Cuba cria site para facilitar “permuta” de residências entre habitantes da ilha

sepermuta cartel pelicula

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Em Cuba, um grupo criou um site na Internet cujo objetivo é facilitar a troca de residências entre os moradores da ilha, sendo essa a primeira iniciativa do gênero em um país em que não existe atividade mobiliária e a venda de imóveis é terminantemente proibida.

Apesar das restrições é permitido “permutar” as casas, desde que tenham valores próximos e por meio de um processo legal. Em alguns casos, segundo a agência de notícias Reuters, os proprietários fecham negócio utilizando dinheiro, o que é proibido.

“A Bolsa de Permutas (…) permitirá melhorar gestões e receber informação sobre esse tema”, segundo propaganda veiculada na TV estatal Radio Reloj.

Usualmente os habitantes negociam por meio de agentes imobiliários que cobram quantias consideráveis para “apresentar” pessoas dispostas a fazer negócio. O novo serviço pretende acabar com os intermediários, mas esbarra na dificuldade de disseminação do site em um país que somente 13% da população têm acesso à Internet ou uma intranet de páginas locais.

A Reuters lembra, ainda, que apesar da moradia ser um direito constitucional em Cuba, dados oficiais mostram que há um déficit de quinhentas mil casas, situação que foi agravada após a passagem três furacões que destruíram noventa mil residências em 2008.

Clique aqui para conhecer o site

In http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2009/09/08/imprensa30643.shtml

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Proposta de Campanha PSD/CDS-PP. Permutas publicitadas no site do municipio

A candidatura liderada por Nuno Marques defende “a implementação de um conjunto de medidas para aumentar a transparência financeira dos titulares de cargos públicos autárquicos”.

Segundo comunicado daquela coligação “em caso de vitória nas autárquicas, todos os eleitos da Coligação PSD/CDS de Lagos obrigam-se, de modo voluntário, a cumprir determinadas regras para aprofundar a transparência e diminuir o clima de suspeição sobre a classe política, particularmente sobre os autarcas, comprometendo-se a apresentarem-nas junto da Associação Nacional de Municípios Portugueses com vista à sua instituição a nível nacional”.

As medidas, intituladas de “Protocolo Transparência Séc. XXI”, incluem que “os titulares de cargos públicos autárquicos (TCPA), no período de desempenho dos cargos, terão uma única conta bancária pública e consultável “online” no “site” autárquico através da qual serão imperativamente movimentados todos os seus recebimentos”.

A proposta da coligação pretende ainda que sejam reportadas no site do município “todas as aquisições, transmissões gratuitas ou onerosas e permutas de terrenos e/ou imóveis realizadas entre o Município e terceiros, com identificação dos respectivos intervenientes e montantes, e reportadas a uma anterioridade mínima de 12 anos”.

In http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=31398

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Permuta de terrenos no Brasil está em alta

Passada a euforia que tomou conta do mercado imobiliário entre 2007 e 2008, quando, capitalizadas, as empresas disputavam a compra dos melhores lotes com a oferta de altos valores em dinheiro, a permuta por unidades do empreendimento a ser construído volta a dominar as transações entre proprietários de terrenos e incorporadores. “A permuta sempre foi um sistema muito tradicional em nosso mercado. A partir de 2007 até meados de 2008, as incorporadoras, especialmente as que abriram capital na bolsa, estavam com o caixa muito folgado, e os negócios passaram a ser feitos em dinheiro. Com a crise, veio o aperto no crédito, e a prática da permuta foi retomada”, diz o diretor comercial da Construtora Lincoln Veloso, Rodrigo Veloso.

Reinaldo Branco, diretor da RB Imóveis, observa que, durante o boom imobiliário, a maioria dos proprietários exigia o pagamento em dinheiro na venda de terrenos. “Mas no período mais agudo da crise e até mesmo agora, quando vemos sinais claros da recuperação econômica, a permuta voltou a ser quase que um requisito básico nesse tipo de negociação, porque dificilmente um construtor está disposto a desembolsar recurso já na compra do terreno. Ele prefere manter o capital para ser aplicado na obra”, avalia, ao lembrar que as transações com terrenos para grandes empreendimentos sempre envolvem valores muito altos. Portanto, significativos para manter o cronograma de uma obra. “Mais de 90% dos negócios com terrenos, de que tenho conhecimento, estão sendo feitos por meio de permuta”, acrescenta.

In http://noticias.lugarcerto.com.br/imoveis/template_interna_noticias,id_noticias=31552&id_sessoes=18/template_interna_noticias.shtml

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Vídeo: É a altura ideal para comprar casa?

Com a queda das taxas Euribor e a descida dos preços das casas, é esta a altura ideal para a compra da casa? Veja a resposta e saiba quais os bancos que oferecem melhores condições, no programa A Cor do Dinheiro.

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Euribor a 12 meses sobe pelo terceiro dia consecutivo

A maturidade mais longa das taxas euribor subiu pelo terceiro dia consecutivo, depois de ontem o BCE ter decidido manter inalterada a taxa de juros na zona euro nos 1%.

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ACF constrói 1º parque de estacionamento subterrâneo de Vila Verde

O equipamento, promovido pela SOCIPARQUE, uma empresa do Grupo ACF, foi construído em 12 meses e tem capacidade para 212 viaturas. O valor da obra ronda os 5 milhões de euros.

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Machico estuda projectos na área da habitação social

A Câmara Municipal de Machico desenvolveu, ao longo deste mandato, vários projectos de cooperação com a Investimentos Habitacionais da Madeira, dando resposta ao problema de 180 agregados. Além do empreendimento de habitação social no sítio da Torre, foram convertidos alguns apartamentos na zona da Matur.

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